O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), se reuniu com a Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), na tarde desta quarta-feira (03). No encontro, foi feito uma espécie de balanço das conquistas da categoria, em 2017, e apresentada a pauta da campanha salarial 2018.

A diretoria do sindicato foi recebida pelo Secretário de Estado da Educação em exercício, Williandckson Azevedo (Adjunto de Planejamento e Orçamento), e pelo presidente da Comissão Central de Licitação do Governo do Estado, Odair José. 

"Esta é a primeira reunião de tratativa da pauta de 2018, mantendo a agenda de diálogo permanente entre governo e sindicato. Avançamos bastante nestes 3 anos da gestão do governador Flávio Dino com 722 obras na educação e também na valorização do educador com a progressão na carreira de quase 6,6 mil professores, somente em 2017, além de outros avanços. E tudo que foi construído até aqui foi feito ouvindo o Sindicato”, ressaltou o secretário em exercício. 

Para o presidente do sindicato, Raimundo Oliveira, o ano de 2017 encerrou com saldo positivo e conquistas para a categoria. "Tivemos muitas conquistas que consideramos positivas para os profissionais da educação. Nossa intenção é avançar no diálogo para que se tenha a continuidade das conquistas em 2018. Saímos daqui felizes pela sinalização positiva do governo em relação às demandas apresentadas", apontou.

Na pauta discutida nessa primeira reunião, constam: o reajuste para 2018, cujo impacto financeiro está em fase de estudos pelo Governo do Estado; formação continuada em 2018; progressão funcional, entre outros pontos. Uma nova reunião entre governo e sindicato foi agendada para o dia 25 deste mês. 

2017: um ano de conquistas ampliadas para professores

Entre as conquistas da categoria no ano de 2017, estão: 

- A recomposição salarial de 8% sobre a remuneração de todos os educadores do Subgrupo do Magistério da Educação Básica, em todas as referências da carreira; 
- Reajuste para professores contratados, de modo que nenhum professor da rede estadual hoje recebe abaixo do valor do Piso Nacional; 
- Progressões, promoções, titulações e estímulos na carreira de 6.565 mil professores e especialistas em Educação; 
- Lançamento de novos editais de ampliação de jornada e unificação de matrículas docente, que beneficiarão mais 1.200 professores, sendo 1.000 vagas para ampliação de jornada e 200 vagas para unificação de matrículas; 
- Seletivos para contratação de 592, para a Educação especial (90 vagas), o Ensino médio regular e quilombola (77 vagas), a Educação indígena (400 vagas), e Escola de música de Cacem (25 vagas); 
- Para este ano de 2018, já foi anunciado novo concurso com vagas para educação indígena, educação no campo e quilombola; 
- Além disso a reestruturação da rede física escolar já chegou a aproximadamente 65% das escolas da rede estadual.


Comentários do Blogger

10 Comentários

  1. O Aluizim de Esperantinópolis está de parabéns sacando os 40% do fundeb na maior cara de pau lavando em dois comércios da cidade e um posto de gasolina do são Roberto

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  2. os carros estão saindo daqui pra abastecer la??? É serio isso?

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    1. Não ele traz num bujão e coloca dentro do tanque do posto do simiao porque a ambulância abastece é lá kkkkkkk

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  3. Alguns canalhas vão ficar irritados mas vou perguntar novamente " o asfalto do povoado Palmeiral vai sair quando heim responde aí galera kkk "

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  4. Kkkkkkkkkk eu gosto disso

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  5. Alguns canalhas vão ficar irritados mas vou perguntar novamente " o asfalto do povoado Palmeiral vai sair quando heim responde aí deputado "

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  6. Lima campos tem dezoito povoados quinze deles são asfaltados por que Esperantinopolis não tem nenhum diz aí

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    1. Porque o asfalto endurece porque os carros vão abastecer no são Roberto não dá tempo chegar aqui no ponto fica duro

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  7. Tem asfalto por aí que não vale a pena é o famoso asfalto omelete se desmancha com apenas um sereno

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  8. A maioria dos prefeitos querem mostrar obras feitas pelo governo do estado e pelo governo federal como se fosse deles isso não cola mas procurem cobrar os impostos dos comerciantes aliados e de todos que merecem pagar impostos aí sim vai ter dinheiro em caixa caso contrário não vão a lugar nenhum

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